sexta-feira, 14 de março de 2008

"Semana da Leitura" - Bernardino Machado

No âmbito do Projecto “Viagens pelo Património Cultural” e integrado na “Semana da Leitura 2008” recebemos na nossa escola, no dia 7 de Março actores do Teatro Construção de Joane que nos apresentaram uma peça de teatro sobre a vida de Bernardino Machado
Este senhor nasceu em 1851, a 28 de Março, no Brasil. O seu pai era Português e a sua mãe era Brasileira.
Em 1860 veio para Portugal com os pais e os irmãos, viveu em Vila Nova de Famalicão e foi estudar para o Porto no colégio Podestá.
Em 1866 entrou na Universidade e escolheu o curso de Matemática, no ano seguinte foi primeiro ano de Filosofia.
Em 1879 foi nomeado professor catedrático.
Em 1882, a 19 de Janeiro, casou com Elzira Dantas e formou uma família de 19 filhos.
Em 1893, de Fevereiro a Dezembro, Bernardino Machado trabalhou no governo como Ministro das Obras Públicas.
Em 1910, Bernardino Machado foi Ministro dos Negócios Estrangeiros.
Em 1912 foi para o Brasil para exercer as funções de Ministro de Portugal, no Rio de Janeiro.
Em 1915 Bernardino Machado foi eleito Presidente da República.
Entre 1917 e 1919, uma Revolução em Portugal obrigou Bernardino Machado a sair do país, tendo vivido estes anos em França até Agosto de 1919.
Em 1925 voltou a ser eleito Presidente da República.
Em Maio do ano seguinte desistiu de ser Presidente sendo obrigado a ir para o estrangeiro, Espanha e França.
Em 1940 e 1944, regressou ao seu país onde viveu os seus últimos anos de vida.
Toda esta história nos foi contada com muita brincadeira e gargalhadas, mas aprendemos muitas coisas bem interessantes.

Trabalho realizado pelo Francisco José do 3ºano

quarta-feira, 12 de março de 2008

A Fada Desastrada (continuação da história)


A fada desastrada deixou de ser desastrada, já não montava a vassoura da cozinha, mas continuava a pregar partidas, mas claro com mais juízo.
As suas amigas gostavam mais dela, porque já não fazia asneiras. Ela continuava a ser engraçada, mas não tanto como era antes.
Depois arranjou um namorado que se chamava Cláudio. O namorado dela tinha muita graça e fazia marotisses porque era bruxo. Quando ele contava piadas às outras fadas, elas desmanchavam-se a rir.
Um dia casaram e tiveram três filhos: a Rita, o André e a Mariana. Eles cresceram e foram felizes para sempre.

terça-feira, 11 de março de 2008



“SEMANA DA LEITURA”

Depois de dialogarmos na sala de aula, chegamos à conclusão que devemos ler livros todos os dias, não é só nesta semana.
Foi com muita alegria que visitámos a Biblioteca de Riba d’ Ave, onde a Doutora Inês, nos recebeu com muita simpatia e nos guiou nesta visita.
Mostrou-nos os serviços que podemos utilizar na Biblioteca: a Sala da leitura geral, Sala de periódicos, a secção de Audiovisuais, a secção do Fundo Local, os postos de Informática e a Sala infante – juvenil. E foi nesta sala que nos leu um livro que contava a “História do Alberto” da autora Emília Névoa Faria, uma história verdadeira.
Alberto Sampaio nasceu em 1841 (Guimarães) e faleceu a 1 de Dezembro de 1908, faz este ano um século que ele morreu.
Foi importante historiador, muito estudioso, um coca-bichinhos, como dizia o seu amigo Antero de Quental.
Foi estudar no Real Colégio de Landim, depois no Liceu em Braga e tirou o curso de Direito em Coimbra.
Escreveu algumas obras, por exemplo «As vilas do norte de Portugal» e estudou bastante sobre a vida dos Romanos.
Mas do que ele mais gostava era da Casa Boamense, em Cabeçudos.Boamense era o lugar mágico de menino. Alberto Sampaio adorava plantar árvores e vinhas, tornou-se especialista na arte de fazer vinho.
A autora do livro que ouvimos ler conta que havia um tesouro (pote de ferro com moedas) do tempo dos Romanos debaixo da terra e que algumas se encontram nos museus Alberto Sampaio e Soares dos Reis.
No dia em que Alberto morreu, despontou uma pequena oliveira, no jardim, perto do seu quarto da casa de Boamense.
Turma 4ºano 06/03/2008
A avó põe o xaile e vai à vila.
A avó leva o peixe à Rafaela e a Rafaela comeu o peixe todo.
O avô põe o eixo no caixote.
A Xana dá a ameixa ao tio Paulo.
O Avô deu o texugo ao pai e o pai meteu-o na jaula.

quinta-feira, 6 de março de 2008

"A fada desastrada" de Renata Gil

Depois de nos ter sido lida, pelo professor Pimentel (Formador do PNEP) a história “A fada desastrada” de Renata Gil, surgiram diferentes conclusões para esta mesma história.
Vamos apresentar algumas:

A fada decidiu ser boa, ser amiga e cuidar do ambiente.
Ela quando via um animal ferido ajudava-o ou quando via uma pessoa triste ia animá-la.
Ela tratava sempre do jardim, apanhava o lixo, fazia limpezas…
Ela era a rapariga mais linda e bondosa que se conhecia. Toda a gente quando a via fazia comentários sobre ela. Todos a tratavam bem, quase sempre, era o centro das atenções.
Muitos príncipes a queriam, algumas pessoas até a achavam estranha porque dantes ela era feia, muito distraída, mal formada, barulhenta e agora não, ela mudou, é bonita, vaidosa, carinhosa, perfumada, amiga…
As fadas ficaram com inveja por ela ser bela, bela, bela, porque elas gostavam de ser como ela.
Num dia quando a fada passeava e dava com a sua varinha nas flores, encontrou um príncipe lindo e ele perguntou:
-Como te chamas?
E ela respondeu:
-Chamo-me Lúisa, e tu?
-Eu chamo-me Sérgio.
-Que nome bonito! Disse a Lúisa.
-Obrigado, o teu também é. Disse o Sérgio.
-Onde vives?
-Vivo naquela casa azul e tu?
-Eu naquela rosa. Respondeu Lúisa.
-Queres namorar comigo? Disse o Sérgio.
-Sim, é claro que quero. Respondeu a Lúisa.
Eles ficaram felizes e o Sérgio perguntou à Lúisa.
-Queres viver comigo?
-Sim, mas primeiro vou ter que pedir ao meu chefe.
Quando ela foi perguntar ao chefe, ele deixou. Ela foi logo dizer-lhe e ele ficou feliz.
Vitória, vitória acabou-se a história.

Trabalho realizado por Francisca Rocha – 3ºAno
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A fada não sabia o que escolher, mas chegou a uma conclusão. Não sabia se era boa ideia, continuou a pensar…
Como já tinha passado muito tempo, ela disse:
-Que tal eu ser boa quando quiser e ser um bocadinho má, também, quando quiser? Os amigos disseram:
-Vamos pensar mais um bocado e senão soubermos mais nada fica essa.
Então pensaram mais um bocado e como não sabiam mais, então disseram a da fada e o génio aceitou e assim foi.

Trabalho realizado pelo João Pedro – 3ºAno

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Um dia a fada decidiu:
-Não quero ser muito parecida com as fadas, quero fazer algumas partidas.
Às vezes pregava sustos com fitas e atirava bolas de chocolate para as outras fadas.
Passado algum tempo cansou-se de ser um bocadinho má.
Ela queria ser um bocadinho má e um bocadinho boa. Fazia feitiços maus e brincava, outros dias fazia feitiços bons, ajudava as pessoas. Se visse alguém que caiu e se magoou numa perna, fazia logo um feitiço para o curar e ficar bom.
Depois tornou-se amiga com as outras fadas e deram-se muito bem.
Foram embora e viveram em harmonia para sempre.

Trabalho realizado por André João – 3ºAno

quarta-feira, 5 de março de 2008

A princesa e a serpente (Continuação da história...)

Então eles casaram e a princesa perguntou :
-Queres viver na minha casa ou na tua? E o princípe respondeu:
-Quero viver na tua casa.
-Está bem.
E a princesa foi no cavalo branco e o princípe no cavalo preto e então chegaram a casa . O pai deu um beijinho à filha e perguntou :
- Quem é esse homem ? E a filha respondeu:
- É o meu princípe. Ele pode viver aqui? E o rei respondeu:
- Claro que pode, filha.
As duas filhas mais velhas ficaram com uma cara... , por não ter um namorado.
E então a irmã mais nova topou na cara delas e teve uma conversa séria com as duas irmãs e elas perceberam e nunca mais ficaram com essa cara e arranjaram um namorado e foram felizes para sempre.

Jéssica - 3ºAno